Garotas de programa fazem rifa para driblar crise!

Acompanhantes de luxo lidam com a falta de clientes dispostos a pagar valores mais altos pelos “serviços”. Garotas de programa fazem rifa para driblar crise!

Em tempos de arrocho financeiro, até mesmo a profissão mais antiga do mundo precisa se reinventar. Prostitutas de luxo em todo o Brasil estão tendo que lidar com a escassez de clientes dispostos a pagar seus honorários.

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A queda forçada da libido também atinge a zona sul, no Rio de Janeiro, e mesmo quem oferece os serviços pela internet precisou revolucionar, propondo até rifas para baratear a saliência.

A acompanhante de luxo carioca Roberta Fyori lançou uma rifa: são 200 números para quem quiser concorrer a uma noite de prazer e, cada um, custa R$ 50,00. Os sorteios seguem a loteria federal e há até promoções como a que permite a compra de dois números por R$ 80,00 ou três por R$ 110,00.

Garotas de programa fazem rifa para driblar a crise

Dessa forma, o cliente pode comprar um serviço que valeria R$ 3 mil por um valor mais acessível, e Roberta se mantém sempre ocupada e lucrando.

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A goiana Ana Chrystie, que passa uma temporada em Curitiba, conta que começou no ramo já durante a crise. Ela cobra R$ 500,00 reais por hora.

— Eu entrei para o ramo em um momento de crise, mas acho complicada esta história de rifas. Minha colegas não estão só desvalorizando o trabalho delas, mas também o de outras garotas — afirma ela.

Na rua Batel, uma das meninas que atendem no local diz que o negócio está muito prejudicado:

Garotas de programa fazem rifa para driblar a crise

— O problema é que mesmo na Batel depende de clientes de classe média alta. Como os negócios no Brasil pararam, a região esvaziou, e as garotas estão com problemas para encontrar programas — conta ela, que preferiu não se identificar.

— Agora, oferecem para prestar os serviços dentro de carros, por R$ 200,00. Muitas garotas que conheci por aqui foram embora.

“A crise prejudicou nosso negócio” e Garotas de programa fazem rifa para driblar crise!

O perfil da paulista Augusta está em um site de classificados de acompanhantes. Ela trabalha há 4 anos no ramo e se queixa de que, no início, era muito mais encontrar clientes.

— Senti um pouco a crise, o movimento deu uma caída. O último mês foi muito difícil, cheguei a perder alguns clientes que eram fixos — explica. — Os valores sempre são negociados.

Garotas de programa fazem rifa para driblar a crise

Vendedora de loja de shopping até algum tempo atrás, Joana já faz programa há cerca de 9 meses, por falta de outra oportunidade de trabalho. Mas, mesmo com a crise, ela diz que sua condição financeira melhorou.

— Cobro R$ 250,00 a hora. O retorno é positivo — garante.

Muitas apostam num conjunto atrativo para manter a clientela.

— Mantenho um flat ótimo, com toalhas ensacadas e cervejas premium de várias marcas. Nessa área, só fica sem trabalho quem não sabe vender a própria imagem — diz uma profissional, que também prefere não revelar o nome.

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